Sexo que mata!

Sexo deveria ser uma coisa absolutamente saudável. Mesmo que muitas vezes possa ser uma coisa ousada ou vulgar, ainda é um hábito saudável além de prazeroso. O problema está quando ele se torna um problema. Várias doenças psicológicas estão ligadas ao sexo e podem ser perigosas quando não recebem tratamento. Muitas delas não apresentam sintomas visíveis aos outros, mas é perceptível aos parceiros e algumas vezes, o portador da doença procura ajuda quando começa a reconhecer o problema. Esses distúrbios podem ser simples como apenas vício em sexo ou complexos como fazer sexo com o parceiro sendo torturado fisicamente. É importante lembrar que todos esses distúrbios têm tratamento quando detectados antes do paciente fazer uma loucura.
E essas loucuras são consideradas crimes sexuais, que vão de pedofilia até estupros seguidos de morte. 80% dos autores desses crimes são homens adultos e normais. A origem dos crimes decorre da farta imaginação do individuo que com o tempo pode virar obsessão. Alguns médicos afirmam que uma parte da culpa desses crimes é da falta de educação sexual na infância.
Sadismo, fetichismo, masoquismo e vicio são as principais motivações desses crimes e em muitos casos são copiados de filmes, revistas e materiais pornôs espalhados pela internet ou outros meios de circulação. São considerados crimes hediondos e tem como características principais torturas psicológicas e físicas. Algumas pessoas sentem prazer em fazer sexo com o parceiro morto ou quase morrendo e alguns homens se sentem “poderosos” quando fazem sexo com uma mulher a força.
É importante lembrar também que todas as práticas sexuais existentes, oferecem meios seguros para sua execução e que por mais estranhos ou vulgares que pareçam, podem ser seguros.

Sadismo seguro
Dentro do grupo adepto das práticas resumidas nos termos SM (Sadismo e Masoquismo) e BDSM (Bondage, Dominação, Sadismo e Masoquismo), o sadismo se encontra como uma prática segura, sendo sua realização de comum acordo entre as partes envolvidas no ato. A comunidade BDSM usa o lema SSC, que significa “são, seguro e consensual”.
Sadismo vs. masoquismo
É relativamente recente a atual separação didática entre o sadismo e o masoquismo pela psicanálise. No entanto, já há um consenso entre os estudiosos de que se trata de ocorrências distintas. Numa relação sadista, apenas um dos envolvidos é sádico (a relação pode envolver duas, três ou mais pessoas), e não há necessariamente um masoquista em questão. Nessa relação, as práticas adotadas visam à satisfação do sádico. Numa relação de masoquismo, analogamente, à do masoquista.
Sadismo vs. fetichismo
Uma imagem clássica do sadismo é a da dominatrix de máscara e espartilho de couro ou borracha, empunhando um chicote e gritando impropérios. Essa é, na verdade, uma imagem mais ligada ao fetichismo do que ao sadismo ou ao masoquismo. Sadismo é uma prática, não uma fantasia. Embora se confundam, o que os diferencia é a intenção. Ao fetichista, a indumentária. Ao sadista, a sensação de domínio e/ou de causar sofrimento ao parceiro/parceira. A dominação psicológica, onde raramente existem práticas disciplinares (palmadas, spanking, etc…) também é uma forma muito comum e nela existe, ou pode existir, a tortura psicológica.

















