A Submissa

Edu Por:   em 23/03/2009 | Sugerir este artigo por e-mail Imprimir post

Meu nome é Renata. Tenho alguma experiência com sexo, pois tenho um corpo bem cuidado e avantajado. Seios fartos e coxas grossas. Por conta disso, sou muito assediada nas ruas, porém nunca correspondo as cantadas que recebo. Há algum tempo, um homem mexeu comigo. “Que bunda gostosa… Vamos conversar?”

Fechei a cara na hora e disse que era casada. Daí o sem vergonha respondeu: “Melhor ainda! Gostosas casadas fazem o meu tipo!” Não aguentei e falei em tom mais grave: “Seu sem-vergonha, vá mexer com as putas!” Nisso, ele retrucou: “Hoje mesmo você vai pagar pelo sem-vergonha e vai ser minha putinha na cama. Inclusive vou traçar o teu cu!”

Fula de raiva, não dei bola e fui para casa. Todavia as palavras daquele cafajeste me deixaram super excitada. Entrei no chuveiro e toquei uma siririca bem gostosa deixando esvaziar o meu tesão.

Mais tarde quando estava anoitecendo, alguém bateu a porta. Eu estava sozinha já que meu marido estava viajando. Assustada, verifiquei pela janela e não vi ninguém. Abri a porta devagar e fui empurrada para dentro. Quando vi, era o desconhecido daquela tarde. Tentei empurrá-lo, mas ele era muito forte. Me abraçou e me deu um longo beijo a força. Depois disse: “Sua cadela, vá para o quarto e vista uma roupa bem sensual que eu já chego lá. O teu maridinho deve ter cerveja na geladeira.”

Sem entender direito, acabei obedecendo indo para o quarto, enquanto ele abria a geladeira e abria uma cerveja. Por incrível que pareça eu estava totalmente submissa, e coloquei uma saia, uma blusinha e uma lingerie vermelha. Como adoro salto alto, coloquei uma sandália vermelha que combinou com o meu esmalte. Ao chegar no quarto, o homem assobiou. Foi logo dizendo: “Sua puta, faz tempo que estou de olho em você. Quer dizer que o maridinho viaja e você se veste de puta para dar para um desconhecido? Hoje você será transformada numa puta de verdade.”

Beijou-me com força num beijo violento que eu aos poucos fui correspondendo. Depois foi tirando minha roupa e beijou todo o meu corpo, me fazendo ter calafrios. Eu tentava argumentar, mas estava sem forças, pois ele não me dava trégua. Abocanhou meus seios enquanto enfiava o dedo médio na minha bucetinha. Fui ao delírio. Logo ele começou a me chupar a buceta. Levando-me há vários orgasmos. Depos ele tirou a roupa e eu pude constatar um belo cacete. Era grosso e comprido, bem maior que o do meu marido. Ele começou a pincelar aquela coisa em minha bunda, e eu implorei: “Me come!” e ele retrucou: “Implore biscate!”. Obedeci: “Vai me come com esse pauzão!”. E ele: “O que você é?” Não era mais eu ali: “Eu sou a sua puta, me fode, fode (berrava).”

Penetrou-me com força animalesca e bombou, fazendo-me gozar várias vezes. Pôs-me de quatro e me comia por trás enterrando e tirando toda a vara simultaneamente. Ele agarrou meu cabelo e eu disse: “Vai me arromba, caralhudo gostoso!”. Daí o homem disse: “O teu marido é corno  não te come gostoso?” e me dava uns tapas. Eu gemi e disse: “Não! Você é que mete gostoso seu pintudo. Ai, ai, ai….. que tesão!”
O cara me comeu uma meia hora e não gozou, depois deitou na cama e fez-me chupar o seu cacete, fodeu a minha boca deixando toda dolorida. Fez da minha boca sua buceta, eu quase engasgava. Mas estava adorando ser submissa daquele jeito. Depois ele disse: “Fica de quatro que eu vou arrebentar o teu cu” A princípio relutei: “Não, isso não, o teu pinto é muito grande.” e ele disse: “Eu falei que ia comer o teu cu e vou fazer isso.” Colocou-me de quatro e começou a distribuir mais tapas em minha bundinha. Daí eu disse: “Pare, por favor, pare, ta doendo.” Ele ignorou, encostou a pica no meu rabo e foi enterrando. “Não, por favor.” Tentei inutilmente pará-lo, mas estava louca querendo. “O teu marido não te come o cu?” Ele perguntou. “Só de vez em quando.” Respondi. “Azar o dele então. Implore para eu te enrabar!”

Com a mão dele em minha buceta e o fato de estar sendo subjugada, fiquei ainda mais louca, sem contar o fato de que eu não poderia e no fundo não queria escapar.

“Vai! Enterra esse ferro na tua vaca! Come meu cu!” Eu disse. Ele enterrou a ferramenta devagarzinho, até encostar as bolas. Começou a mexer, me deixando alucinada. “Vai meu garanhão, fode a tua piranha, você SIM É QUE É MACHO, aquele meu marido é corno!” e ele disse: “De agora em diante você será a minha puta, galinha, sem vergonha, boazuda! Vou inundar o teu cu com minha porra.”

Inundou o meu rabo de esperma e eu gozei rebolando naquele cacete enorme, me sentindo a mais puta e feliz das mulheres.

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