Casada e safada
Tenho 35 anos, moreno e alto. Recentemente conheci uma mulher pela internet e começamos um relacionamento virtual. Trocamos telefonemas e sempre teclávamos pela net. Eu sempre achei que as fotos trocadas no MSN são falsas ou omitem alguma coisa, mas resolvi arriscar.
Beatriz era seu nome. Depois de algum tempo, propus a ela nos conhecermos pessoalmente. Já estava louco para conhecê-la. Ela também dizia o mesmo, mas tinha muito receio. Um dia pude ir à cidade dela e combinamos de nos conhecer. Ela disse que seria a primeira vez e a última loucura da vida dela.
No dia combinado, fui ao encontro dela. Ela havia dito que era loira mignon e baixinha e tinha 33 anos. Estacionei meu carro e esperei dar a hora marcada, alguns minutos depois ela apareceu e ficou me procurando. Saí do carro e chamei-a. Era melhor do que a foto, realmente loira, baixinha, seios pequenos e bem cuidados, bumbum redondinho e corpo bem cuidado. Abri a porta mais que depressa e ganhei um selinho. “Eu sou bem casada e não sei o que meu deu na cabeça.” disse ela. Procurei tranqüiliza-la. “Fique tranqüila, vamos no conhecer e se acontecer algo, tenho certeza que vamos adorar.”. Ela estava muito nervosa. Então propus irmos a um motel. Ela ficou insegura, mas eu disse: “Será mais seguro para nós dois. Prometo não forçar nada. Se você quiser voltar, eu te trago na hora.” Ela aceitou e fomos para o motel no meu carro.
No caminho, ela disse: “Como você é bonito. É melhor do que as fotos.”. “Você também Beatriz.” respondi.
Entramos no motel e pude ver como ela estava nervosa. Chegava a tremer. Comecei a beijar e acaricia-la. “Confio em você.”. Disse ela.
Deitou-se ao meu lado e começamos a brincar. Ela era toda durinha. Seus seios cabiam na minha mão e tinha quadris largos. Aos pouco fui tirando sua roupa. Caí de boca naquela bucetinha lisinha de poucos pelos. Comecei a chupá-la. Ela arqueou o corpo e começou a falar coisas: “Ele nunca me chupou, ai, me chupa! Me chupa!”. A buceta era pequena e rosa. Seu clitóris era pequeno, mas muito sensível. Cada vez que passava a língua, ele estremecia. Já estava muito molhada e continuei o sexo oral percebendo o quanto ela estava com tesão. Não demorou e ela segurou minha cabeça num orgasmo louco, gemendo sem parar e estremecendo até terminar de gozar. Eu parei para e ela ficou quieta recuperando o fôlego. Depois de alguns instantes, ela pediu para come-la. Me posicionei pra enfiar meu pau naquela bucetinha.
“Vai com calma. Faz tempo que eu não recebo um pau tão duro.”. Realmente era apertada. Ela gemia e pedia calma. Comecei o vai e vem, até que senti que podia me movimentar melhor. Eu só ouvia seus gemidos e o pedido para não parar. Não demorou muito e ela começou a gritar: “To gozando, não para!”. Quase desfaleceu. Ficou molinha e eu com pau duro. Ainda não tinha terminado. Comecei novamente, mas ela pediu para deixá-la descansar. Ela então soluçou e eu perguntei. “O que foi?”. Com a voz trêmula, ela me disse: “Sabe, nunca gozei assim. Ele nunca me chupou.”. Então beijei ela calmamente e trocamos mais alguns carinhos.
Ainda de pau duro, pedi que ela cavalgasse. Ela se posicionou por cima de mim e foi agachando até meu pau entrar todo. Beatriz passou a cavalgar rápido, se movimentado para frente e para trás. Vi pela expressão do rosto o quanto de prazer estava sentindo. Ela realmente era apertadinha, mas muito gostosa. Enquanto ela rebolava, peguei em sua bundinha arrebitada e redondinha. Comecei a apalpá-la com força e disse no seu ouvido: “Quero comer sua bundinha.”. Ela então ficou com mais tesão e teve outro orgasmo. Parou e se agarrou em mim: “Você esta me matando de tanto gozar, enquanto você não gozou nenhuma vez.”. Então sorri e disse que era por que queria ter meu prazer quando comesse seu cuzinho. Ela não concordou, mas fui convencendo-a. Passei a chupa-la de 4 colocando o dedo no cuzinho. Ela acabou concordando, mas disse”põe devagarzinho, só a cabecinha e se doer, você para.” Pedi um gel pelo telefone e a coloquei de 4: “Fode minha bucetinha mais uma vez antes do meu cuzinho.”.
Atendi prontamente e montei nela. Comecei a foder sua boceta melada e ela estava quase gozando de novo. Pequei o gel e avisei que iria trocar de buraquinho. Ela disse: “Vai devagar, seu pau esta muito duro. Cuidado para não me machucar.”.
Lambuzei aquele rabo, esfreguei bastante e coloquei um dedo naquele cuzinho. Brinquei um pouco e lambi. Depois coloquei um dedo e depois dois, até sentir que ela estava pronta. Fui colocando na portinha e ela reclamou:”Ai, ta doendo, tira vai…” Pedi que relaxasse, não iria enfiar tudo. Passei minha mão esquerda por cima de seu quadril e comecei a dedilhar seu grelinho. Gemia baixinho. Então continuei forçando ate entrar todo. Parei, esperei seu esfíncter se acostumar com a invasão, mas ela ainda reclamou um pouco. Já estava acomodado quando perguntei se queria que parasse. Ela prontamente disse não. “Agora está ficando gostoso. Não para de esfregar meu grelo.”.
Continuei a brincar com seu grelinho enquanto ela rebolava, muito lentamente. Depois era ela que enfiava o cu no meu pau com muita força! Soquei a rola e enfiei até as bolas, indo e voltando junto com ela. A clima era de muito tesão. Eu atolado dentro dela e brincando com sua bucetinha. “Mete mais! Ta ficando gostoso! Me rasga!”. Ela começou a ter um espasmo e gozamos juntos. As suas pernas tremiam e seu cuzinho pulsava no meu pau. Deitamos desfalecidos. Ela me abraçou, me beijou e disse “Não sabia que era tão bom!”. Nos levantamos e fomos para o chuveiro, depois nos vestimos e fomos embora, prometendo repetir a dose…
























