Dia no clube
Esse caso começou num domingo pela manhã quando eu e meu marido estávamos preparando para ir ao clube. Íamos nos encontrar com um amigo que estava sozinho, o Rodrigo – a mulher tinha viajado – e já tínhamos fantasiado muitas vezes a participação dele nas nossas trepadas. No começo eu ficava meio constrangida, mas fui acostumando com a idéia e já gostava mesmo de falar sobre ele, quando a coisa estava quente e eu conseguia soltar o verbo. Nesse dia eu já acordei excitada e meu marido, Alberto, ficou brincando no meu ouvido, que eu tinha que colocar um biquíni que deixasse os dois de pau duro. Ele sempre falava que achava que o Rodrigo se masturbava pensando na minha bunda e isso me deixava molhada. Escolhi um biquíni fio dental bem pequenininho e fui mostrar para o Alberto.
Ele reclamou que não era de lacinho e assim não poderia desamarrar para passar óleo em mim. Fiquei meio chateada, mas fui trocar para não deixar ele bravo. Escolhi o menor biquíni que eu tinha, um azul minúsculo, com lacinho. Estava me olhando no espelho quando ele se aproximou , me agarrou por trás e disse que eu estava uma coisa de louco e que ia matar o Rodrigo de tesão.
Coloquei um vestido quase transparente, bem leve, tipo uma saída de praia, por cima e fomos para o clube. Eu estava pegando fogo e o Alberto ficava falando cada coisa que me deixava ainda mais quente. Acho que até molhei o banco do carro. Quando chegamos ao clube fomos para o ponto combinado: um lugar gramado com várias cadeiras de piscina , afastado e sossegado.
O Rodrigo já estava de sunga deitado numa cadeira e tomando sol. Eu tirei logo o vestido e fiquei só de sandália e biquíni. Ele levantou pra dar um beijinho me fez dar uma voltinha. O Alberto ficou só olhando e rindo com cara de sacana. Passei bronzeador rapidinho e deitei no meio dos dois. Ficou a minha cadeira no meio e os dois me ladeando. O Alberto foi buscar umas bebidas e nós ficamos no papo. Depois de uma hora tomando sol,cerveja e conversando a coisa já estava quente e começamos a falar de praias de nudismo e como seria gostoso ir à uma. Resolvi então deitar com o bumbum pra cima e pedir ao Alberto que passasse bronzeador.
Senti a eletricidade no ar. Os dois sentados nas cadeiras virados pra mim e conversando, enquanto o Alberto soltava os nós da parte de cima do biquíni e começava a massagear minhas costas, bem devagar usando óleo. Fingi que estava distante, quase dormindo e deixei a coisa correr. Ele foi baixando a mão até desamarrar um dos lados da parte de baixo do biquíni e lambusou minha bunda com óleo de montão. Eu abri um pouquinho a perna e senti o bronzeador escorrendo até a xoxotinha – nessa hora o Rodrigo estava a meio metro da minha bunda vendo meu marido me massagear de um jeito meio sacana. Virei um pouquinho a cabeça e percebi que ele estava tentando esconder o volume descomunal que tinha se formado na sua sunga vermelha. Mas o Alberto não quis nem saber e prosseguiu com a massagem chegando mesmo a colocar a pontinha do dedo no meu cuzinho. Quase gozei. Ia ser engraçado eu ali no meio dos dois gemendo, mas o clube começou a encher e a situação ficou meio perigosa – meu marido amarrou então meu biquini e eu sentei na cadeira. Quando olhei para a cara do Rodrigo notei que ele estava transtornado. Resolvemos então ir embora. Meu marido se ofereceu para levá-lo em casa, pois ele tinha vindo para o clube de bicicleta e nós numa camionete. Enquanto meu marido e ele colocavam a bicicleta no carro fui até o vestiário e tirei o biquini, ficando só de vestido. Estava sentindo um tesão enorme e cheguei a alisar de leve a xoxotinha.
O Rodrigo queria ir junto com a bicicleta no bagageiro por que não tinha espaço na cabine, mas depois de muita insistência do meu marido e minha ele entrou do meu lado.
Fiquei no meio dos dois e me deu vontade de rir quando lembrei do sanduíche que sempre fantasiávamos. Quando o carro começou a andar, meu marido colocou a mão em minha perna e começou a alisar devagarinho. Ele estava de pau duro e não resisti a tentação de passar a mão. Ele quase deu um salto surpreso e o Rodrigo olhou na hora e percebeu a situação. Mas não me abalei e continuei a alisar o pau do Alberto por cima do calção. Que situação : eu sem nada por baixo de um vestidinho transparente, sentindo o corpo de Rodrigo me apertando inteira por falta de espaço no carro e alisando Alberto que subia a mão pela minha coxa. Mas faltava alguma coisa e numa curva meio fechada (acho que foi de propósito) fui jogada para o lado de Rodrigo e com minha mão livre segurei na sua perna, pertinho da virilha e senti que ele estremeceu. Deixei a mão ali um pouco e toquei de leve no seu saco por cima do short.
Ele pegou minha mão e colocou em cima do pau. Levei um susto, mas deixei e comecei a alisar devagarinho. Era grosso e estava duro como pedra. Resolvi ser mais ousada e enfiei as duas mãos dentro dos shorts e tanto Alberto como Rodrigo me ajudaram colocando os paus pra fora. Comecei uma punheta nos dois e o tesão era tanto que em menos de 30 segundos levei um verdadeiro banho de esperma. Depois disso fomos para minha casa, mas o que aconteceu fica pra outro conto…
























