O professor particular da minha filha
Enviado por: Noiva em fuga
Acordei naquela manhã sentindo-me estranhamente vibrante, como se pressentisse que algo de diferente iria acontecer naquele dia. Era um sábado de sol, meu marido havia viajado a negócios e ficamos eu e minha filha em casa. Ela teria aula de violão com seu professor particular, mas como uma amiga sua a convidara para passar o dia na piscina de sua casa ela pediu para desmarcar a aula.
Acabei esquecendo de desmarcar a aula, e no horário combinado Ricardo, o professor, chegou. Sem graça por ter esquecido de avisá-lo para não vir, mandei-o entrar. Ele estava cheiroso, acabara de tomar banho, seus cabelos ainda estavam molhados. Convidei-o para tomar um café, eu havia acabado de preparar um para mim. Sentamo-nos à mesa e desculpei-me pelo esquecimento, ele pareceu não se importar nem um pouco por ter perdido a viagem. Olhava para mim fixamente, enquanto bebia o café, e quando nossos olhares se cruzavam ele abria um sorriso lindo, dentes perfeitos, uma covinha irresistível se formava quando ele sorria.
Eu sempre o achei charmosinho, mas nunca havia prestado muita atenção, pois ele deveria ter 25 anos, enquanto eu estaria completando 38 anos em poucos dias.
Fui servi-lo de mais café e desastradamente, acabei derramando um pouco de café quente em sua perna. Rapidamente peguei um pano para limpar sua calça e me desculpava enquanto ele sorria dizendo que não havia problema algum.
Logo que comecei a passar o pano em sua calça, notei um volume crescendo…fiquei sem graça e tentei disfarçar mas ele, muito seriamente, segurou minha mão e pediu para eu continuar secando a calça. Nesse momento eu não sabia se o certo era continuar ou não, mas cedi à tentação. Ele continuou segurando minha mão, até que a conduziu ao seu membro, que estava enorme e duro. Mesmo por baixo da calça pude perceber o tesão que latejava nele.
A sua respiração começou a tornar-se pesada, ele mordiscava a boca e olhava para mim, eu evitada os olhos dele, envergonhada mas nem pensava em parar com aquela cena excitante.
Não demorou muito, ele se levantou da cadeira, e aquele olhar de menino transformou-se em um olhar sexy de um homem excitado e faminto…
Quando se levantou, ele me pegou pelos cabelos puxou minha cabeça e me beijou fortemente. Minhas pernas ficaram moles, meu coração disparou, eu já não conseguia raciocinar direito.
Enquanto me beijava, passava suas mãos no meu corpo, foi logo abaixando a alça da minha blusa com uma das mãos enquanto a outra desabotoava meu sutiã. QUando me dei conta, senti sua boca em meu seio chupando-o e acariciando com as mãos ao mesmo tempo. Logo me vi sem a blusa, com os seios totalmente desnudos, ele os admirava e olhava com cara de tesão, olhar fixo, lambendo, chupando, dando mordidinhas nos mamilos, e eu em pé, encostada contra a mesa da cozinha.
Não contente em lamber meus seios, sua boca voraz começou a percorrer meu abdome, e enquanto fazia isso, sussurrava baixinho: gostosa, deliciosa…
De repente, ele me ergue e me coloca sentada na mesa, abre minha calça e começa a tirá-la. Nesse momento recobro os sentidos e percebo o quão arriscado é o que estamos fazendo. E se minha filha voltasse mais cedo? Se chegasse alguém sem aviso?
Tento segurar suas maõs para impedi-lo de abrir minha calça, mas isso apenas faz com que ele fique com mais tesão ainda. Ele diz olhando nos meus olhos:
“agora é tarde demais para você voltar atrás, vou querer você todinha, agora!”
E me cala com um beijo sufocante, abrindo minha calça apesar da minha resistência.
Ele se abaixa e começa a beijar por cima da calcinha a minha bocetinha nessa altura mais do que molhada. Sentir aquele hálito quente fez com que eu estremecesse de tesão e comecei a gemer sabendo que não conseguiria resistir mais.
Ele puxa a calcinha de lado, passa a língua na minha boceta, quente e úmida, doce, com o mel do meu tesão. Coloca o dedo dentro da minha gruta, enquanto sorve o mel do meu clitóris. Eu Começo a gemer mais alto e seguro a sua cabeça. Ele usa seus dedos e língua com maestria, depois coloca seus dedos na minha boca para que eu possa provar do meu próprio mel.
Ele então tira minha calcinha e abre o zíper da sua calça.
Olha para mim e diz:
- Vou te comer sem dó… abre essas pernas pra você sentir o que é ter um homem dentro de você.
Nem pensei em contestar o que ele mandava, minha vontade era tanta que eu faria qualquer coisa que ele mandasse naquele momento. Abri bem minhas pernas esperando por aquele pau delicioso, vislumbrando o prazer que ele me daria.
Ele já sem calça, nu na minha frente, chega perto de mim e me puxa pelos cabelos e fala duramente:
-Eu mandei você abrir bem as pernas, sua putinha!
Eu obedeço deitada em cima da mesa abro o máximo que consigo, fico ali aberta para ele, esperando ser penetrada.
Ele sorri e diz:
-Assim que eu gosto, de uma putinha obediente.
E começa a me penetrar com seu pau duro, grosso, com estocadas vagarosas e profundas.
Ele segura minhas mãos acima da minha cabeça, eu perco o controle sobre a situação. Ele me imobilizou com uma das mãos e com a outra segurava minha cintura para poder enfiar seu pau até o fundo.
A sensação era deliciosa, eu estava ofegante, extasiada, prestes a gozar. Ele, notando isso, parou de me penetrar e me mandou ficar de joelhos no chão. Obedeci e já sabia o que ele estava querendo. Abri a boca para receber aquele pau divino, ele segurava minha cabeça e enfiava com força o pau, inteiro na minha boca. Em alguns momentos pensei q fosse sufocar. Mas ele parecia nem se importar. Socava sem parar o pau e puxava meus cabelos. Quando ele estava prestes a gozar, parou e me mandou ficar em pé apoiada na cadeira.
Apoiei os cotovelos na cadeira e fiquei com minha bundinha arrebitada para trás.
Ele abriu bem a minha bunda, passou a língua no meu cuzinho. Percebendo a intenção dele de me comer por trás, avisei a ele que nunca tinha feito sexo anal, que achava muito dolorido, e que eu não queria que ele fizesse.
Ele respondeu com a voz rouca de tesão:
- Agora vou comer sua bunda e vou deixar minha marca em você, vou ser o primeiro a comer o seu cuzinho.
Sem ouvir meus protestos, ele foi abrindo minha bunda e encaixando o seu pau alí atras, empurrando para dentro aos poucos. Senti dor ao ser penetrada, gritei a tentei me soltar dele. Ele continuava me segurando pela cintura, com força dizendo que eu ia gostar. E forçou mais um pouco. Era uma dor sem vergonha, ao mesmo tempo que doía, dava um prazer descomunal.
Naquele momento comecei a ter dúvidas se queria relutar ou se queria ceder e ser comida como nunca dantes fora.
Aos poucos minha resistência foi cedendo ao tesão, e ele com cuidado foi enfiando seu pau aos poucos, esperava até que eu relaxasse e continuava, até que o pau estava todinho na minha bunda, quando me dei conta eu estava rebolando, gemendo de prazer, querendo que aquele instante não acabasse mais.
Ele batia na minha bunda e socava seu pau com força dizendo:
‘Tá vendo sua putinha, você gosta de levar na bunda… Olha só como é gostoso um macho comendo você por trás. Meu pau tá todinho enterrado na sua bunda gostosa.
E eu vou gozar aqui e deixar você toda melada com meu leite. Seu cuzinho vai receber minha gozada toda.
Enquanto ele falava isso, eu rebolava e pedia pra ele me comer mais forte e rápido.
De repente… comecei a sentir um prazer indescritível, espasmos de prazer antecederam o melhor orgasmo que já tive. Enquanto eu gritava de êxtase, ele me segurava pela cintura, e quando acabei, foi a vez dele. Ele gemeu e me segurou com força enquanto gozava na minha bundinha, quando ele tirou seu pau, o seu leite escorreu por entre minhas pernas, quente… delicioso.
Acabado o ato, fiquei sem saber o que dizer, afinal de contas eu era uma mulher casada e ele era o jovem professor da minha filha.
Notando minha súbita timidez, ele começou a se vestir e disse que sempre teve vontade de fazer aquilo comigo, e que eu não deveria me preocupar, pois jamais ele comentaria com alguém o que havia acontecido, mas com uma condição: que houvesse outras oportunidades, para que ele pudessse matar toda a vontade que ele tinha de mim ainda.
























