Trabalhar nunca foi tão prazeroso

Edu Por:   em 28/03/2009 | Sugerir este artigo por e-mail Imprimir post

Trabalho numa empresa de TV à cabo. Num dia, cheguei à empresa e recebi a relação de clientes que teria a visitar. Tracei a rota e saí. No terceiro cliente, me identifico na portaria e sou autorizado a subir. Quando cheguei ao apartamento, toquei a campainha e esperei algum tempo, até que alguém veio abrir. Nessa hora, tomei um tremendo susto, pois vi uma mulher linda, olhos verdes, pele morena e cabelos compridos. Ela estava de cabelo molhado, enrolada em uma toalha. Devia ter aproximadamente 1,90 de altura.

Me senti pequeno já que tenho 1,70 diante aquele mulherão. Ela pediu que eu entrasse e me levou até a sala de televisão. Lá estava um homem sentado em uma poltrona com aparência de novo, óculos escuros e uma vareta na mão. Ela falou que era o marido e que ele era cego. Mandou-me instalar a antena e disse que o marido faria companhia. Disse que tudo bem e comecei a trabalhar. Dez minutos depois, aquela mulher volta de camisola semi transparente, branca com detalhes em vermelho e calcinha vermelha. Tive uma reação instantânea como nunca tive antes, fiquei super excitado e meu pau tinha se transformado em uma barra de ferro altamente visível, pois o uniforme da empresa que trabalhava era calca apertada e blusa pra dentro, não tinha como esconder.

Ficava de costas para não mostrar que estava muito excitado. Ela então me perguntou se ia demorar e falei que sim. Continuei meio que desorientado a trabalhar. Não sabia mais por onde começar. Ela perguntou se eu queria tomar algo e nessa hora pensei que seria a melhor hora de ver ela de costas. Disse que queria água, e lá foi ela em direção a cozinha com uma bunda divina separada apenas por uma calcinha vermelha (fio dental), nunca tinha visto uma bunda tão bonita, um conjunto perfeito. Peguei o copo d’água com a mão tremula. Ela sentou no sofá e cruzou as pernas. Eu perdido, sem rumo, não sabia por onde começar o serviço. Foi quando ela facilitou as coisas. Quando olhei pra ela, fez sinal para eu não fazer barulho e puxou o fio que pendia a blusa da camisola, deixando os seios um pouco de fora. Descruzou as pernas e começou a passar a mão nos seios. Fiquei estático, só olhando. Ela fez sinal pra eu colocar o pau pra fora. Nessa hora eu falei que teria que aumentar um pouco o som para regular os canais e deixei o sintonizador rodando na busca de canais.

Fiz o que ela me pediu, coloquei meu pau duro e latejando pra fora comecei a bater uma punheta. Ela fez sinal pra eu chegar mais perto dela e lá eu fui receber aquele premio divino. Ela segurou meu pau com uma mão e a outra apertava minha bunda. Bateu uma punheta firme, olhando ora nos meus olhos e pra minha pica. Depois meteu meu pau na boca e começou a chupar. Me abaixei e falei no seu ouvido que ia gozar. Ela falou pra eu gozar, pois teríamos muito tempo.

Não pude agüentar mais e gozei na cara dela, em cima dos peitos. Depois ficou esfregando meu pau na cara, chupando, e colocou entre os seios lambuzados de porra. Apertou e deixando ele bem acomodado. Perguntei se poderia usar o banheiro. Ela me mostrou onde era e foi pro quarto. Estava me lavando quando ela bateu na porta. Quando abri, ela estava completamente nua e disse que estaria na sala me esperando.

Nessa hora tive uma segunda ereção instantânea. Saá do banheiro sem as calças ( não estava nem ai pro perigo) e fui atrás dela. Falei que ia deixar novamente o sintonizador selecionando os canais com o volume alto e fui na direção da mulher e sempre respondendo perguntas do marido sobre a Tv.

De volta à sala, ela estava sentada. Me abaixei e comecei a cheira-la pelo pescoço e a beijá-la de leve. Fui chupar aqueles peitos. Chupei muito. Fui descendo, abri bem suas pernas e mergulhei naquela buceta cheirosa e deliciosa. Chupei muito, fodia ela só com a língua. Enfiava a língua todinha dentro de sua buceta. Colocava a buceta dela toda dentro da minha boca, levantava suas pernas e metia a lingua no seu cuzinho.

Nunca tinha chupado uma mulher com tanta vontade como naquele dia. Continuei chupando e apertando os seios dela. Senti sua buceta se contraindo e as unhas entrando em minhas costas. Ela gozava muito na minha boca. Parei de chupar a buceta dela e fique assoprando. Passando bem de leve a língua. Ela ficou algum tempo só relaxando. Logo depois puxou uma camisinha e me deu, ficou de quantro e falou “vem”.  Lá fui eu (toda hora respondendo perguntas sobre a tv pro caralho do marido dela, não se pode fuder em paz).

Ela abriu bem a bunda e coloquei o pau naquela buceta. Meti com vontade. Metia como um animal sem pena e me sentia um cavalo metendo na égua. Ficava metendo e vendo aquele cuzinho rosadinho me olhando. Lambuzei ele de saliva e não pensei duas vezes, comecei a empurrar minha pica contra aquele cuzinho. Foi entrando enquanto ela apertava o sofá. Meu pau afundava naquela bunda. Enfiei tudo, não deixei nada de fora. Metia com carinho, mas metia tudo. Não demorou e gozei com intensidade dentro daquela bunda. Depois terminei o serviço e tive a impressão do marido saber o que tinha rolado. Até tive dúvidas se ele era realmente cego, mas não estava nem aí para o corno. Foi a melhor tarde de trabalho que já tive.

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