Especial GLS – Parte 2
As fantasias sexuais gays são retratadas na maioria das vezes veridicamente em contos eróticos gays que aparecem pela internet. Aqui vai um verdadeiro escrito por Daniel (um dos colaboradores).

“Sou moreno, 24 anos gay assumido mas não afeminado e moro sozinho. Como sou um veado discreto, não tenho problemas para arranjar machos para me foder. Pelo linguajar, já dá para perceber que sou uma cadela na cama. Gosto muito de chupar rola e dá o cú com vontade, adoro apanhar na cara enquanto me comem e adoro mais ainda quando faço isso com dois ou três machos. Sou puta mesmo e faço questão de ganhar uma gozada na cara ou de apanhar de pica na cara também. Dou o rabo em todas as posições, o importante é sentir uma pica invadindo o meu cú até eu sentir as bolas e os pentelhos do meu macho roçarem a minha bunda carnuda. Ah, e tenho preferência por rolas grandes e grossas, me amarro num pau assim.
Pois bem vamos ao que interessa: Conheci um carinha que adora se exibir, inclusive ele se autodenomina “Saradão” e realmente tem músculos bem definidos, barriguinha baixinha e com uns pelinhos lindos que descem por dentro da calça até encontrar os pentelhos, realmente o carinha é uma loucura. Botei o olho no cara e fiquei afim até que um dia na balada cheguei junto e ele concordou. Fomos para um motel onde o cara literalmente me massacrou durante umas três horas de rola dura na boca e no cú. Já tinha observado que ele tem mais tres amigos que sempre estão juntos, o Marcelo, lourinho lindo 19 anos, Moisés um negro de 18 anos – uma tentação de macho – e o Paulo, também negro de 18 anos muito gostoso e com cara de safado.
Na nossa trepada no Motel falei nos amigos dele e perguntei se eles não topariam uma sacanagem comigo, os 4. Saradão ficou entusiasmado com a idéia e ficou de conversar com eles e depois me daria a resposta. Passados uns dias, o Saradão me liga e diz que os amigos toparam e inclusive já tinham planejado tudo, iam acampar, só os 4, numa cachoeirinha que fica nos arredores de uma cidade do interior e eu iria com eles [sem que mais ninguém soubesse] passar uma noite lá. Fiquei feliz na possibilidade de ter aqueles 4 machos uma noite inteirinha só para mim.
Era uma noite de sexta-feira, lá fui eu de moto com Marcelo e cheguei na cachoeirinha umas 9 nove horas onde os outros já estavam com uma fogueira acesa, bastante comida, bebida e uma boa quantidade de maconha para agente se desinibir. Começamos a conversar, tomar umas doses de bebida e fizemos um cigarrinho e todos fumaram, até aí tudo normal, foi quando o saradão propôs que todos ficassem apenas de cueca, pra descontrair o ambiente. Todos aceitaram e meu coração disparou tirei minha roupa e fiquei observando um por um. Primeiro foi o saradão que eu já conhecia, depois foi o Marcelo, que ficou de cuequinha branca de algodão, deixando o seu volume bem visível, em seguida o Paulo que exibiu seu corpo malhado e de cueca vermelha com um volume de pica de dá água na boca, mas o que me surpreendeu mesmo foi o Moisés, que de cuequinha de algodão branca exibiu um volume descomunal, que todos olharam e riram dizendo que bicho do pau grande. Fui a loucura e parti pra cima do Saradão, me ajoelhei e comecei a cheirar e esfregar a cara no pau dele por cima da cueca sentindo aquele cheiro gostoso de pica, até perceber que o pau dele estava duro. Baixei a cueca dele ali na frente dos outros que estavam de pé massageando sua picas por cima da cueca. Saltou aquela pica linda, suculenta e babona bem na minha cara, fiquei louco e comecei a mamar com vontade, sugava aquela vara com prazer, descia lambendo as virilhas dele e enfiava as duas bolas na boca e ficava mamando igual um bezerro faminto. Em seguida, peguei o Marcelo e fiz o mesmo com aquela rola branquinha com pentelhos lourinhos, lindos uma loucura. Atolei na boca até onde consegui e comecei a sugar aquela pica maravilhosa, nisso o saradão se posiciona atrás de mim, arria minha cueca deixando meu cuzinho totalmente desprotegido e começa a pincelar com seu pau duro a entrada do meu rabo, começou a rebolar feito uma puta naquela vara gostosa, ao mesmo tempo em que chupo magistralmente o cacete do Marcelo.Saradão tenta enfiar o pau no meu rabo mas não consegue e pede pra eu ficar de 4, o que faço e Marcelo dá a vez na minha boca para o Moises que se ajoelha na minha frente esfregando o volume da sua cueca na minha cara, fico louco, e com a boca mesmo baixo sua cueca e pula bem na minha frente aquela pica preta de 23 cm grossa e bem depiladinha. Ele segura no tronco da rola e começa a bater com força na minha cara, e nesse momento o saradão tá com a lígua atolada no meu cu fazendo um delicioso cunete. Pego o cacetão do Moisés e atolo na boca, enquanto o Saradão enterra o pau no meu rabo, empino a bunda e fico rebolando no seu pau enquanto ele me fode bem gostoso. Fico assim até o Saradão gozar muito no meu cu e o Moises inundar a minha cara e boca com muita gala. Continuo ali na mesma posição com o rabo ardendo e cheio do leite do Saradão e a cara lambuzada pela porra do Moisés, Quando o Marcelo dá umas tapinhas na minha bunda e diz. “Tu agora vai levar rola no cú até não querer mais”. Nisso o Paulo se ajoelha na minha frente e enfia seu pau todinho na minha boca. Começo a rebolar na vara do Marcelo e chupar o caralho do Paulo até os dois gozarem ao mesmo tempo. Nesse momento o cheiro de gala e de macho tinha tomado conta do ambiente, e eu era o retrato da sacanagem, ali de 4 com o rabo ardendo, a cara tomada de gala, feliz apesar de muito cansado mas ainda não satisfeito, queria provar do cacetão do Moisés, queria muito mas agora no cú. Levantei fui até o rio, me lavei e voltei. O Moisés estava deitado num colchonete nusão, com aquela pica descomunal meia bomba. Me deitei do seu lado e caí de boca, chupei muito aquele cate, depois desci para as bolas e suguei muito também. Pedi para ele me comer, o que ele me atendeu me pondo de 4 e com o meu cu já todo arrombado enfiou aquele tora no meu cu, doeu muito, eu coemecei a gemer e ele enfiando cada vez mais, um frio tomou conta do meu corpo e me arrepiei todo sentindo aquele macho gostoso me fodendo sem piedade. Empinei o traseiro e comecei a rebolar feito uma vadia, falava palavras desconexas, dia me fode, me fode gostoso. Ele dizia o cú gostoso. “Rebola veado safado, tu não queria minha pica, pois toma ela tá enterrada todinha no teu cu, vai rebola seu fresco chupador de pica”. Enquanto Moisés me fodia os outros nos observavam batendo uma punheta aí se aproximou de mim e gozaram os tres ao mesmo tempo na minha cara, e o Moises tirou o pau e de uma só vez enterrou todinho no cu e deu mais umas bombadas até gozar. Foi ótimo… “Uma sexta inesquecível.”
Conto Lésbico

“Eu sempre tive esta fantasia de ser comida por duas mulheres. Era uma sexta feira de maio deste ano de 2009 e estava em casa solitária quando resolvi ir a uma boate GLS. Me arrumei e fui. Chegando lá logo na portaria tinha duas seguranças machonas. Uma delas ao me revistar, me apalpou de uma forma diferente. Eu disse baixinho “desse jeito, você me deixa excitada”. Para minha surpresa ela respondeu “se você quiser eu e a minha amiga te levamos ao paraíso esta noite”. Como não tinha nada a perder, marquei de encontrá-las no fim da noite. Entrei na boate, mas fiquei com aquilo na cabeça, meia desconfiada. Dancei, bebi, me diverti, então já era tarde resolvi ir embora e quando saí na porta, uma delas estava me esperando e disse no pe do meu ouvido “vem gatinha comigo que a minha amiga já está lá no carro te esperando, e nem pense em fugir”.
Ela me pegou pela mão e foi me levando até o carro onde lá estava a outra machona. Quando entrei no carro elas me disseram que iriam me estuprar todinha.Confesso que fiquei um pouco assustada,mas gostei de ter ouvido que iam me estuprar toda. Me sentaram no banco de trás e elas foram na frente, fomos direto para um motel, ainda no meio do caminho me disseram que não iam me levar pra casa, pros vizinhos não assustarem com meus gritos e que eu ia morrer de prazer. Nessa hora comecei a ficar excitada.
Quando estávamos quase chegando no motel, uma delas passou para o banco de trás junto a mim e me disse que iria começar a me preparar para a festinha que teria duração de no mínimo 5 horas. Ela começou a me beijar e falar coisas no meu ouvido que eu não prestava muita atenção. O beijo dela estava me deixando completamente louca. Quando chegamos motel, as duas desceram e eu como estava quase nua devido aos amasos, fiquei dentro do carro vestindo minha roupa. Confesso que estava com muito tesão e não via a hora de dar e chupar as duas. Bom então a Lú (que estava dirigindo) veio em minha direcão e disse pra que eu entrasse no carro e tirasse a roupa pra que ela pudesse me admirar antes de me comer… Me jogou encima da cama e começou a me agarrar loucamente. Ela chupava meus peitos deliciosamente e eu gemia baixinho. Enquanto isso, Débora (que me agarrou dentro do carro), me chamou e me mostrou um pinto de borracha amarrado em sua cintura e me pegou por trás. Elas diziam coisas como “vou enfiar no seu buraquinho gostoso” e “você vai gozar ate não agüentar mais”. Como eu nunca tinha experimentado aquilo antes, fiquei apreensiva. A Lú me segurou e a Débora abriu minhas pernas e penetrou em mim. Foi delicioso e eu gemia cada vez mais alto. Entrou de uma só vez na minha bucetinha e eu soltei um grito de dor e prazer. Confesso que gozei como nunca com aquele mastro dentro de mim. Então a Lú disse que também queria comer minha bucetinha. Aí a Debora saiu de dentro de mim e deitou ao meu lado e disse que a festa ia começar de verdade. Pediu pra que eu me virasse, porque ela queria bater na minha bundinha. Eu obedeci me virei e a Lú começou a dar tapas na minha bunda, aqueles tapas me deixaram louca de tesão, então a Lú abriu minhas pernas e me chupava deliciosamente. Eu gritava de prazer como nunca havia gritado antes!
Nunca imaginei que aquela noite seria tão boa. Quando eu estava quase gozando, ela enfiou um vibrador em mim, e minhas pernas estremeceram de tanto prazer. Eu fiquei fora de mim por um tempo extasiada de prazer. Depois que gozei a segunda vez, as duas começaram se beijar. Eu ainda estava descansando quando elas começaram a chupar meus peitinhos! Uma boca em cada peitinho e eu comecei a gemer novamente. Elas me chamavam de “putinha” pediam pra que eu gemesse mais alto e aquilo me deixava completamente louca. Então, Lu, pediu que eu chupasse sua buceta enquanto Débora chupava a minha. Quanto mais louca eu ficava com as chupadas da Débora, mas forte eu chupava a buceta da Lu que gemia igual uma puta. Débora passava a língua no meu grelinho e descia até o meu cuzinho. Nossa ela me fazia arrepiar e a delirar, eu gemia muito. Enquanto me chupavam eu gozei mais duas vezes. Foi uma noite incrível. Eu fiquei uns três dias com o corpo mole. Fui comida por duas mulheres maravilhosas!”
No próximo e último post do especial, publicarei duas entrevistas. Aguardem!
























