E quando o amor não era amor

Você também concorda que o que move o mundo é o amor? E quando descobre que o amor que uma pessoa tinha por você não era real?
O amor é uma das melhores coisas na vida de qualquer pessoa. Amor é a base de qualquer relacionamento e junto a ele andando de mãos dadas, está a confiança. Um é complemento do outro. Um relacionamento sem amor ou sem confiança acaba não dando certo. Note que estou falando sobre relacionamentos sérios e verdadeiros.
Há muitos tipos de relacionamentos por aí, mas vamos focar em relacionamentos afetivos, seja homem com mulher, mulher com mulher ou homem com homem.
Encontrei um pequeno texto sobre o amor que escrevi há muito tempo e gostaria de compartilhá-lo:
“Há quem diga que começa no olhar… Há quem diga que começa numa simples troca de palavras. Ou quem sabe em alguns gestos. De todas as formas, de todos os tamanhos e situações. Aqui, ali, no mais longínquo lugar que se possa imaginar, ou aí mesmo com você. O pensamento na pessoa é um martírio. Sempre? Não, quase nunca. Apenas quando o principal obstáculo é a distância. Mas de onde vem este sentimento que urge do peito. Traz imensa alegria ou imensa tristeza? Capaz de gerar vida, incitar a morte ou até continuar em estado catatônico por anos? Não, não há explicação. Não tem cor, não tem cheiro. Existe, mas não tem forma. Está aqui comigo, está aí com você. Sentimento de incomensurável beleza. Qual é o amor dos cegos que não podem ver? Dos surdos que não podem escutar belas frases? Dos mudos que não podem expressar suas palavras de afeição? Dos amantes distantes que apenas tem a memória como principal fonte de inspiração? Daquele que somente vê e não pode ter? Daquela que sonha por quem nem sabe se existe? Ou daquele que ama quem não mais vive… Aqui dentro, do lado esquerdo do meu peito. É aqui que guardo minhas maiores emoções, lembranças e sentimentos. Podemos perder tudo, mas nossos sentimentos continuam conosco. Dê importância sempre ao que você tem. Ao que você é e representa ser. Até objetos podem ser amados, mas diferente de você, eles não podem amar.”
Ter um bom relacionamento significa entregar-se. Entregar-se ao outro e receber a entrega dele.
Porém, todos nós somos humanos e somos passíveis de erro. Estamos sempre suscetíveis a tentações e eventualmente podemos acabar errando e traindo.

Eu encontrei um post a respeito no site Entre Mulheres. Vale repostar:
A descoberta de uma traição é o desmoronar de tudo aquilo que dava como certo até aquele momento. A pessoa com quem escolheu partilhar a vida quebrou o pacto do amor, da intimidade e da fidelidade ao envolver-se com uma terceira pessoa. Ao sentimento da incredulidade, junta-se uma dor e uma raiva indescritíveis. Sente-se sozinho, incapaz de perdoar e de voltar a confiar no seu parceiro. Não sabe se vai conseguir percorrer o caminho que se segue. Eis o que deve esperar numa primeira fase:
* O choque inicial: Esta é a fase da incredulidade total – é incapaz de compreender que o seu companheiro esteve física, emocional e intimamente ligado a outra pessoa que não você. Passa os dias a reviver o tempo em que a infidelidade ocorreu, fazendo ligações e tentando perceber como é que não viu o que se estava a passar, como é que não viu que a sua vida se tornou uma mentira. Só lhe apetece “acordar” deste pesadelo.
* Raiva e mais raiva: Lentamente, começa a aperceber-se que não se trata de um pesadelo, é a realidade a cores. Confrontada com esta realidade à qual não consegue fugir, os episódios de choro, de gritos, discussões, agressões e o partir de objectos são comuns – sente-se fora de controlo e é assim que vai agir. Nesta fase pode ainda sentir-se fisicamente doente e incapaz de sair da cama, de ir trabalhar ou de ver e falar com outras pessoas.
* O desejo de vingança: Esta será, provavelmente, a fase mais complicada e onde poderá exprimir a sua raiva de formas muito perigosas, pouco saudáveis ou até mesmo ilegais. A fúria pode cegá-la, impedindo-a de pensar de forma clara e racional, o que pode trazer ao de cima o desejo de vingança. Pode começar a magicar e a planear maneiras de se vingar do seu companheiro ou até da pessoa com a qual foi traída. Ideias de como e com quem trair o seu parceiro começam a invadir os seus pensamentos, assim como formas de o magoar pessoal, profissional ou financeiramente. Nesta altura, é preciso pensar que esta é apenas mais uma fase e também esta vai passar. Tomar atitudes baseadas nas emoções e na dor vão provavelmente levá-la a fazer coisas sobre as quais mais tarde vai arrepender-se.
* Dissipar a ira: Esta fase é marcada pelo fim dos episódios violentos e descontrolados, resultando num desgaste emocional onde a dor latente mantém-se. Demasiada cansada e esgotada até para chorar, chegou a altura de tentar uma reconciliação ou então colocar um ponto final na relação. Embora devastada, começa a raciocinar novamente, deixando de pensar na outra mulher e volta as suas atenções para a sua vida, para o seu companheiro e para a forma como vão resolver a situação.
Lá há também 5 passos a seguir para a reconciliação.
De qualquer maneira, o amor de verdade existe sim e as pessoas não são iguais. Caso você já tenha tido uma ou algumas experiências ruins, dê uma nova chance a si mesmo ou a pessoa que errou.
Todos nós merecemos a felicidade e se for para compartilhá-la com quem amamos, melhor ainda.
























