Quanto mais materialista, menos sentimentalista

Certa noite estava num bar com uma amiga e começamos a conversar sobre os relacionamentos em geral. Conversas de bar são sempre boas fontes de inspiração e essa foi uma delas.
Homens e mulheres adoram luxo e isso não é de hoje. Ostentar uma aparência chega a ser um vício para muita gente, tornando-as mesquinhas e escravas de seu materialismo. Dessa forma, o sentimentalismo fica de lado. Uma pessoa esnobe menospreza os menos afortunados, mas mal sabe ela que é ela quem recbe o maior desprezo.
É difícil encontrar um amor “neste mundo”. Não é impossível, mas tudo é tal falso ou surreal que o amor acaba sendo desacreditado. As coisas mais belas da vida são as mais simples. Padrões altos, luxo, status… tudo isso fomos nós quem inventamos para satisfazer uma necessidade materialista.
Quando o contrário acontece, ou seja, quando o sentimentalismo é maior que o materialismo, parece que tudo é sonho. Tudo tende a ser mais verdadeiro e sincero. As pessoas se gostam pelo que elas são e representam e não pelo que elas têm.
Sentimentalismo e materialismo não são dois lados de uma mesma moeda, pois não são opostos. Na verdade, amos estão lado-a-lado numa balança. Por vezes um lado pode pesar mais do que o outro, mas os dois sempre estarão juntos.
O importante é saber equilibrar esta balança.

























Os materialistas enchergam as pessoas como produto e ate tentam comprar o amor!
LEO
bom domingo e boa semana!