Não sou prostituta de balada

Ontem curti uma baladinha numa casa noturna de minha cidade e acabei encontrando mais um assunto para discutir aqui no blog. Após algumas horas me divertindo, sentei para descansar um pouco numa cadeira e vi uma mulher parada, olhando para as pessoas dançarem no andar inferior. Logo em seguida, chegou um homem e falou alguma coisa em seu ouvido. Ela respondeu algo e o homem saiu de perto e foi embora. Nessa hora, minha curiosidade falou alto e fui até ela para conversar. Apresentações feitas, ela acabou me contando que havia conversado e dançado com o tal homem durante algum tempo. Quando perguntei o que aconteceu para ele simplesmente sair dali, ela disse: “ele só queria me comer”.
Adriana (nome fictício), devia beirar seus 30 anos de idade e era muito bonita. Conversamos mais um pouco e, segundo ela, ela iria sim pra cama com o cara com que tinha conhecido lá, mas só depois de pelo menos mais um encontro.
“Não depende só dele, depende de mim também. Tem muita menininha que aceita uma coisa dessas e vai transar com um cara que acabou de conhecer, mas eu não. Não sou prostituta” – ela disse.
O que você acha? Se você conhecer alguém espetacular numa balada, iria pra cama na mesma noite, ou não?
























