Quinta com poesia e sexualidade
Meu doloroso
Eu jurei: Ser dominada? Nunca! Jamais!
como eu lhe odeio, foi injusto demais!
disse e me lembro como seu riso resoou…
Ele, por um erro menor, me esbofetou!
Mas pior, seduziu-me a pedir por mais…
Sob seu jugo, sofri torturas abissais!
Com seu pulso o controle de mim conquistou;
e pela dor e subjugo por fim me adestrou.
Porque é Ele quem me corta, marca e perfura…
e quem me faz esquecer da dor mais que forte.
É Ele que no fim sempre me deixa confusa…
mas também quem me dá esse tão seguro norte.
A luz última da vida insossa e escura…
devo a Ele essa que é a mais desejada sorte.





















