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	<title>Sexxxethera &#187; Cuidados</title>
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	<description>Humor, curiosidades, dicas e sugestões do mundo xXx</description>
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		<title>Roupinha de bebê indica quando ele tem febre</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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		<description><![CDATA[A parte mais difícil do início da maternidade é decifrar o que os bebês estão sentindo. O choro pode indicar fome, frio, cólica, sujeirinha na fralda e até mal estar e febre. Para ajudar os pais nessa viagem, o inglês Chris Ebejer criou o Babyglow, um tiptop que muda de cor dependendo da temperatura da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4116  aligncenter" title="termometro-fofinho-54-129" src="http://www.sexxxethera.com.br/wp-content/uploads/2009/11/termometro-fofinho-54-129.jpg" alt="" width="570" height="455" /></p>
<p>A parte mais difícil do início da maternidade é decifrar o que os bebês estão sentindo. O choro pode indicar fome, frio, cólica, sujeirinha na fralda e até mal estar e febre.</p>
<p>Para ajudar os pais nessa viagem, o inglês Chris Ebejer criou o <strong>Babyglow</strong>, um tiptop que muda de cor dependendo da temperatura da criança. Assim é possível constantemente monitorar a temperatura do bebê. Mudou a cor da roupinha, pode medir: é febre certa. A roupinha marca mudanças na temperatura do bebê antes mesmo da uma possível doença ficar mais visível. E nem pense que é preciso ligar a roupa numa bateria ou pilha. A invenção se orgulha de ser ecologicamente correta e vem em cores como pink, azul e verde. Todos ficam brancos quando a temperatura sobe para mais de 37°C.</p>
<p>A invenção está a venda no <a href="www.babyglow.uk.com" target="_blank">site oficial</a> por 20 libras (cerca de R$ 55,00).</p>
<p><strong>Via <a href="http://vilamulher.terra.com.br/termometro-fofinho-8-1-54-129.html" target="_blank">Terra</a></strong></p>
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		<title>Cuidado com o que publica</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo o que você resolve publicar na internet, vira domínio público. Já parou pra pensar na quantidade de informações sobre você que já colocou na internet? Há um texto bem coerente sobre isso de um professor da USP que diz que através de uma rede social, você pode saber quem são os amigos de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4086  aligncenter" title="t33n-espelho" src="http://www.sexxxethera.com.br/wp-content/uploads/2009/11/t33n-espelho.jpg" alt="" width="336" height="448" /></p>
<p>Tudo o que você resolve publicar na internet, vira domínio público. Já parou pra pensar na quantidade de informações sobre você que já colocou na internet? Há um texto bem coerente sobre isso de um professor da USP que diz que através de uma rede social, você pode saber quem são os amigos de uma pessoa, onde ela mora e onde costuma frequentar. Veja o <a href="http://saulpires.blogspot.com/2009/11/cuidados-com-o-orkut.html" target="_blank">texto</a>.</p>
<p>Pensando nisso, foi criada a campanha <span id="fullpost"><strong>Think Before You Post</strong> (pense antes de postar) nos Estados Unidos, algo que deveria ser feito por aqui também.</span></p>
<p>Veja um vídeo da campanha:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bFVGFuuj3mA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/bFVGFuuj3mA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Se você boiou no que as pessoas dizem, confira abaixo:</p>
<p>- Ei Sara!<br />
- Oh, ele é tão fofo&#8230;<br />
- Amei a nova tatuagem Sara.<br />
- Ei, aquela é a Sara! A menina da foto que eu te falei.<br />
- Ei Sara, qual a cor da calcinha hoje?<br />
- Ei Sara, quando irá postar algo novo?<br />
&#8216;Qualquer coisa que você posta online, qualquer um pode ver, então pense antes de postar&#8217;</p>
<p>Algo a se pensar, não?</p>
<p>61% de crianças com 13-17 anos de idade têm perfis em redes sociais e metade também já postou fotos de si mesmos. As meninas adolescentes estão particularmente em risco. Um em cada 7 jovens que receberam uma solicitação sexual ou abordagem através da Internet, 70% eram meninas.</p>
<p>Há também uma campanha semelhante em espanhol. Veja abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LD70Q41bbqU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/LD70Q41bbqU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Se o espanhol também está falhando, confira abaixo o que é dito:</p>
<p>- Nos conhecemos?<br />
- Sabe, gosto muito mais ao natural.<br />
- Quem é? Não sei!<br />
- A noite sonhei com você.<br />
- Olha só essa foto.<br />
- Que prostituta gostosa! <small>(o garoto fala uma gíria)</small><br />
&#8216;Na internet sua imagem é de todos de todo mundo. Antes de colocar sua imagem na web. Pense.&#8217;</p>
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		<title>A prática do Sexting</title>
		<link>http://www.sexxxethera.com.br/comportamento/a-pratica-do-sexting/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 18:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Fetiche]]></category>
		<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por dentro da nova mania adolescente de distribuir imagens íntimas por celular e pela internet e como ela alimenta a onda de vinganças digitais. Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por dentro da nova mania adolescente de distribuir imagens íntimas por celular e pela internet e como ela alimenta a onda de vinganças digitais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2136" title="sexting" src="http://www.sexxxethera.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sexting.jpg" alt="" /></p>
<p>Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma revista que mostrava fotos de mulheres com os seios de fora. Nu frontal, só em publicações estrangeiras. Imagens de sexo explícito só apareciam nas histórias pornográficas desenhadas por Carlos Zéfiro. Hoje, quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular. O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo. Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias a que todo celular hoje em dia tem acesso, como o Bluetooth. O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde é chamado de “sexting” – neologismo que une sex (sexo) e texting (a troca de mensagem de texto pelo telefone). Em pouco tempo, a mania se espalhou como vírus.</p>
<p><span id="more-2135"></span></p>
<p>Uma pesquisa publicada em dezembro passado comprova que, nos EUA, o sexting é mais comum do que imaginam os pais. Segundo o estudo, um em cada cinco jovens americanos com idade entre 13 e 19 anos já enviou pelo celular algum tipo de foto ou vídeo de si mesmo nu ou seminu. Para chegar ao resultado, a organização não governamental National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy (Campanha Nacional para Prevenção dos Jovens e Gravidez Não Planejada) ouviu 1.280 adolescentes americanos entre 13 e 26 anos. Entre os jovens de 20 a 26 anos, o fenômeno é ainda mais comum: um terço dos entrevistados declarou já ter praticado o sexting. As histórias nem sempre têm desfecho inocente – a brincadeira que costuma variar entre a brincadeira e a pornografia está virando um problema para pais e os próprios adolescentes. No Brasil ainda não há dados sobre a extensão do fenômeno, mas já existem vídeos que se tornaram sucesso de público. Um deles foi colocado na internet com um link que pode ser acessado pela comunidade da torcida do Flamengo no site de relacionamentos Orkut.</p>
<p>Brincadeiras de mau gosto desse tipo fazem parte de outro fenômeno – o espírito vingativo de ex-namorados que passam a divulgar imagens da intimidade do antigo parceiro como forma de manchar sua reputação. A prática da vingança digital teve início quando um ex de Paris Hilton colocou na internet o vídeo em que os dois fazem sexo. Paris Hilton só ficou mais famosa depois do episódio, mas nem sempre o final da história é tão simples.</p>
<p>Em julho do ano passado, uma adolescente americana se suicidou depois de um escândalo de sexting. Jessica Logan, então com 18 anos, queria presentear o namorado. Fotografou-se sem roupa e enviou pelo celular as imagens para o garoto. Quando o relacionamento de dois meses terminou, o jovem não hesitou em compartilhar as imagens da ex-namorada, uma líder de torcida loira, extrovertida e atraente, com os amigos de seu colégio, na cidade de Cincinnati. Em pouco tempo, a foto de Jessica percorreu sete colégios. A garota não aguentou as provocações. Chamada de “piranha” e “vagabunda”, entrou em depressão e começou a faltar às aulas. Até que se enforcou. Hoje, seus pais lutam por uma legislação específica para julgar os desdobramentos do sexting. “É uma epidemia nacional. Ninguém está fazendo nada – nem as escolas, nem a polícia, nem os adultos, nem os advogados, ninguém”, disse Cynthia Logan, mãe de Jessica, às vésperas do lançamento de uma campanha nacional nos Estados Unidos que pretende conscientizar escolas e alunos sobre o problema. Quatro Estados americanos já classificam o sexting como crime de pornografia infantil ou exploração sexual de menores. Em fevereiro, 17 adolescentes americanos que praticaram o sexting foram acusados pelo crime de pornografia infantil – embora as imagens divulgadas fossem deles mesmos. Na semana passada, um juiz federal da Pensilvânia, EUA, suspendeu o andamento de um processo que acusa três garotas de pornografia infantil. As meninas aparecem nuas em fotos que estavam em seus telefones celulares, apreendidos por funcionários de uma escola de Wyoming County, na Pensilvânia.</p>
<p>No Brasil, a adolescente que virou refém de suas próprias fotos e vídeos ainda encontra dificuldade para ver o culpado punido. “Eu queria que meu ex-namorado pagasse pelo que fez porque não consigo mais emprego depois que toda a cidade viu minhas fotos”, diz Tayla Predalla, uma estudante de biologia de 20 anos de Penápolis, cidade de 56 mil habitantes, no interior de São Paulo. Tayla tinha 17 anos e cursava o ensino médio quando seu então namorado a fotografou enquanto faziam sexo. O namoro terminou em chantagem, e o garoto enviou as imagens para todos os nomes de sua lista de e-mail. Três anos depois, em setembro do ano passado, Tayla e o ex foram convocados para depor. Não houve punição. “Terei de conviver para sempre com pessoas que vão comentar sobre o que fiz com 17 anos”, diz ela.</p>
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